terça-feira, 22 de novembro de 2011

Desabafos...

       Existem fatos que magoam, que machucam e que nos mostram que na real nos encontramos em um campo minado. Por que fácil mesmo é sair batendo a porta, dizer que tá queimada, dizer que é a injustiçada, fazer cena dizendo que ninguém a ama, que ninguém a entende, mas na minha nada modesta opinião isso são atos de uma pessoa desprovida de inteligência, uma pessoa sem cultura, sem o mínimo de senso de lidar com outra pessoa, é  por que fácil mesmo é ser birrenta, é fazer barraco, é falar sem medir um milimetro de palavra.
     Mas tudo bem. Cada um com seu estilo de vida, porém esse não é o meu e pessoas assim perdem totalmente o valor, então se pensar em falar comigo, ou chegar como quem não quer nada ou como não houve nada, eu só vou dizer uma frasezinha bem curta e bem fácil de entender: "Vai se ferrar."
    Outra coisinha, se for pra fazer fofoquinha nas minhas costas, que seja pelo menos mulherzinha pra falar na cara.

sábado, 19 de novembro de 2011

Simplicidades...

Acordar nem sempre é o mais simples de se fazer,
jogar aquelas coisas velhas que trás certas lembranças também não,
mas são simples coisas que ajudam a qualquer um se conscientizar que é para frente que se deve andar.
Sempre que possível jogue fora, doe, passe pra quem precisa, todas as coisas que ocupam o lugar de novas.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Adele e seu encanto.


Esta noite aconteceu algo comum, porém mais chocante do que o normal. Adele, cantora britânica, fora me apresentada a cerca de um mês minha grande irmã Thaís colocando no meu not dois álbuns da cantora, dentre muitas músicas ótimas, encontrei a “Rolling in the deep” que expressa muita coisa de mim, ou do meu último amor.
Sim, como muitos, necessariamente todos, eu tenho um grande amor, um amor platônico melhor dizendo, amor por alguém que não me retribui, não pensa em mim como penso no mesmo e nem mesmo fica arregalado como eu durante alguns minutos antes de dormir pensando, lembrando, das boas cenas que formamos juntos.
Ah obviamente você deve ta pensando que eu não amo porcaria nenhuma, mas eu amo sim.
Não sou o coração gelado que aparento ser, meu coração dói como muitos, minhas lágrimas também caem por outro alguém, um alguém que pouco se importa se eu respiro ou não, um alguém que continuou amando, se divertindo, se atraindo por outros sorrisos, por outros amores, por outros sabores horrivelmente diferente de mim, que não me encantei por mais ninguém, que menti pra eu mesma querendo amar outro alguém o ferindo também, sou um alguém que quando sai é na esperança de encontrá-lo e na fé de poder abraçá-lo e nunca mais deixá-lo ir.
Meu coração também dói, me desespero freqüentemente como o dia do fim quando me vejo só em meu quarto, quando me lembro que quem quebrou tudo isso foi eu.
Eu amo sim, amo alguém que nem sabe nada de mim,
Alguém que não percebe minha angústia desesperada, meu coração idiota

Minha mente revoltada. de achar um jeito de revê-lo e poder abraçar sem medo.

mas como disse, é apenas um amor platônico algo inalcançável para mim.
Algo/alguém que faz meu coração disparar, que me faz viajar
neste lindo e horrível sentimento não correspondido.
ahhhhhhh coração demente.

Eu e uma pilha de nós.

Como numa canção, acredito que temos o nosso refrão
a parte calma, a parte mais agitada.
O começo, o meio e o fim...
Embora sempre carregamos em nossos corações a estabilidade
que nos transforma em nós mesmos após uma grande alegria, sorrisos, gritos e comemorações
 ou depois de grandes tristezas, rios de lágrimas, falta de conclusões.
Não podemos ser tão ruins a ponto de não existir alguém para nos apreciar
                      ou tão bons a ponto de a todos agradar.
                      Somos únicos, donos de uma só sintonia
                      Donos de uma vida, seja ela de felicidades, drama ou agonia
                      Lutamos em busca e em recusas de avaliações
                      e as vezes nem nos deparamos que são através
                      das criticas que nos superamos. 
                       Procuramos acertar a sintonia, 
agradar os bons ouvintes.
Somos falhos, grandes, fortes e fracos.
Somos belos, diferentes, deprimentes e bravos.
Somos nós, sós, acompanhados,
separados, juntos, amontoados...
Somos iguais, e diferentes e nossos dons.
Donos de formas diferentes de ganhar, perder e levantar.
Somos irmãos, somos estranhos,
somos companheiros, egoístas 
somos humanos.

Existem pessoas...

...Que como as estrelas, são tão lindas e distantes.


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

=)



 E de repente bate um medo na gente
que muitas vezes impede de seguir em frente
nos comportamos como se estivéssemos sozinhos
como se ninguém mais estaria disposto a lutar por nós
e na hora de dormir o sono te engana
e na hora que se deita a cabeça na cama
a culpa, o medo e o receio te mantém acordado...
Durante a noite as coisas parecem mais difíceis 
mas conserve a calma, nunca estarás sozinho.
Existem forças positivas no ar que as vezes
só precisam ser resgatadas.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Pensamentos de quem perde o sono.

     A iluminação não está propriamente em uma pessoa, em um fato, em um rumo da vida, ela está em cada manhã, em cada acordar, em cada despedida.
     A claridade sempre existe, pode até está escondida entre pequenos aborrecimentos do dia-a-dia mas não deixamos que a falta de vontade e lealdade com quem somos deixe que os fatos rotineiros nos bloqueie de todo dia fazer a diferença.
     Nós somos especiais, nós podemos tudo.
    A vida muitas vezes é definida como um jogo, erro em minha opinião... Acho que a vida é como se fosse uma peça de teatro onde cada um é o ator principal, devemos escolher bem os coadjuvantes e os bons para formar um público digno de assistir o nosso fabuloso ato de atuar na improvisação.

Morangos e cavalos escritores.

Algo estava errado, havia fatos incomuns acontecendo e as pessoas pareciam achar normal, mas o que era normal para todos daquela região não era nada comum para ela, houve um boato de que surgiria o primeiro livro escrito por um cavalo, segundo o mesmo isso estava ocorrendo, pois o cavalo andava triste e depressivo com a própria vida, então como se fosse a cura o pobre cavalo infeliz escreveria um livro contando sua trajetória. E isso de forma alguma se tornaria um dia comum para a menina.
Outro fato que não era fácil de relevar, os plantadores de fumo daquela região estavam colhendo morangos nos pés pequenos de fumo que ainda se encontravam e forma de crescimentos nos enormes canteiros da região, e não eram morangos qualquer, eram frutas lindas, grandes e vermelhas, e mesmo assim pareciam que o povo daquela região achava isso também normal.
Talvez a garota houvesse se esquecido que estava sonhando, esquecido que havia adormecido enquanto aquele povo todo sabia que eram apenas loucuras da cabeça dela, um pouco de criatividade excessiva que confundiam idéias e dicas de como levar e escolher seu caminho da vida.
E foi assim, sonhei e acordei as 4:58 da manhã com uma certeza forte em mente. Eu tinha que escrever isso!

domingo, 6 de novembro de 2011

Conclusões pós-balada.

E novamente me vi sozinha com meus pensamentos no meio daquele povo doido dançando. Até havia uns que me agradavam, dois passos no ritmo da música e eu nem consegui saber onde estavam e nem lembrava mais da fisionomia... Horas gostava de cair na gargalhada junto com minha linda amigas e minha afilhada dançado alguma música antiga e com uma letra aceitável para de maravilhar com a sintonia da música e horas eu parava para analisar quantos tipos de festa tinha naquela festa... Havia a festa das meninas que se arrumaram impecavelmente para impressionar, as vezes uma certa pessoa, outras só para ser a melhor do grupinho, havia a  festa dos caras que sairão de casa para beber todas curtir com a rapaziada e pegar a mulherada, tinha até um casal de uns 50 anos que haviam ido mesmo só para dançar, Tinha também a festa daqueles casais já maduros que com outros casais foram para descontrair e fugir da rotina de namoros longos, havia aqueles que procuravam desesperadamente uma namorada, bebiam e depois vinham com cantadas falhas, tinha a festa dos jovens que começaram a bailar a pouco e a dos jovens que já conhecem cada repertório de DJ ou Banda, tinha a festa daquelas meninas que por se preocuparem tanto no "que vão falar, ou pensar da roupa" trilhavam um carreiro fundo até o espelho do banheiro, teve a festa daqueles que nem queriam saber de compromisso e se contentam em alugar corpos de essências desconhecidas para satisfazer os desejos carnais e até mesmo a festa daqueles que nada disso queriam e somente foram para dançar, beber e fazer festa com amizades antigas e verdadeiras. Também vi nos olhos de muitas meninas lindas e com complexo de inferioridade a festa das lamentações onde apenas viam de longe um rapaz belo e conhecido e suspiravam sem nada fazer, sem contar na festa daqueles encontros constrangedores de ex namorados que despertavam nas pessoas uma festa de provocações e ciumes para ver se ainda tinham valor para os que deixaram, teve a festa dos animados, atirados, desanimados, gordos e magros e a minha festa, que foi a mais interessante na minha opinião, a festa de uma guria que teve meia hora pra se arrumar, dois segundos no espelho para se avaliar e uma noite toda para descobrir que em uma só festa a muito mais que dez modos de festejar, se divertir ou se lamentar.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Abraços e Vinhos

Descobri a pouco que como o vinho o nosso abraço pode também ficar melhor quando acrescentado tempo e paciência, pois muitos dos nossos preciosos anjos terminam se afastando quado encontram outras vidas para iluminar, digo, nossos amigos. 
Como é precioso aquele abraço apertado dado na pessoas tão esperadas após um mês sem se ver. Como é especial aquele sorriso visto ao vivo, aquelas palavras que demonstram o quanto você é especial por alguém, é nessas horas que o dinheiro nem fala... Talvez a distância seja a dispensa que deixa os abraços envelhecerem e ficaram mais deliciosas aos bom degustadores, e assim seja encontrado o lado bom da distância, sendo uma pessoa positiva sempre me perguntei onde estava este lado e a pouco tempo o encontrei. Confesso que foi preciso existir a distância em minha vida, a distância de tudo que me fazia muito bem para que eu descobrisse o quanto eu era grande e aprendesse a manter enorme o carinho por essas coisas, pessoas, ambientes, familiares. As vezes eu vejo tantos reclamarem por uma situação mas é inevitável perceber o quanto os faz bem passar por isso ou aquilo. Tudo que nos surge e nos faz pensar mais, deixar nosso coração mais apertado vem para nos educar, nos ensinar a viver, a amar e saber dar mais valor na hora de aproveitar.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pai...

Eu queria que estivesse ao meu lado todos os dias dando conselhos e chamando a atenção pelos meus erros e falhos acertos. Assim como eu penso muito em ti eu sei que você pensa muito em mim, é torturante viver pensando somente no "o que meu pai faria? Será que me apoiaria?" é que eu tenho muito receio de errar e te decepcionar e ser uma filha longe do que você merece depois de tanto esforço e luta para me criar.
 Foi necessário eu ir embora de seus braços, foi necessário eu errar tanto, cair e escolher caminhos que me levaram para becos sem saída mas eu retornei na reta certa, se é que está certo eu considerar assim. 
Pai, eu queria que você tivesse uma certeza além da que a morte um dia te levará, assim como levará a todos, que eu te amo muito, e não é uma amor só de palavras, de frases e de pidichos (sabe, os ranchos que eu faço lá em casa... srsrsrs) é aquele amor que quando a saudade bate dá um aperto muito forte no coração, seria ótimo saber que um dia, talvez em outra forma de vida, eu pudesse me sentar junto de você e termos conversas longas 
onde você expõe sua forma de ver o mundo, a forma que me faz me encantar por ele.
  Quem dera todas as pessoas do mundo tivessem um pai igual ao meu 
que ao mesmo tempo que é pai é o meu melhor amigo, mãe pode ser uma pessoa essencial na vida de muitos, mas na minha foi meu pai.


"Me perguntaram quem é meu melhor amigo e é claro que sem pensar mais de meia vez eu respondi que era meu Pai."